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Congresso Internacional no Rio de Janeiro  2014

O congresso internacional da ISAPS,  no Rio de Janeiro,  foi um grande sucesso! Mais de 2.500 especialistas de todo o mundo vieram para o Brasil compartilhar técnicas e novidades na cirurgia plástica.

Dr. Moisés Wolfenson, MD-PhD, esteve presente ao evento, ele que e’ membro ativo da ISAPS desde 1988.

51º  congresso brasileiro que aconteceu  entre os dias 12 e 16 de novembro/2014  em Costa do Sauípe, Bahia. Dr Moises Wolfenson foi professor convidado e ministrou palestra sobre  “Tratamentos não Invasivos em Cirurgia Plástica”

Todo esse treinamento e aperfeiçoamento constante faz do especialista brasileiro uma referência mundial.

VIVER – JOÃO ALBERTO

Doutorado

O Cirurgião Plástico Pernambucano Moises Wolfenson, está realizando a sua  tese de  Doutorado em Cirurgia Plástica na UNIFESP- Escola Paulista de Medicina –São Paulo.

DIARIO DE PERNAMBUCO – VIVER

Afinidades entre arte e plástica

Em Afinações, Moisés Wolfenson busca aproximar cirurgia estética e criação artística.

A busca pela perfeição é um dos pontos em comum entre a arte e a cirurgia plástica encontrados pelo cirurgião pernambucano Moisés Wolfenson em seu livro Transformações, a ser lançado no Palácio do Campo das Princesas. O objetivo do autor é lançar reflexões sobre a troca de influências entre os cirurgiões plásticos e os artistas, cujos ofícios, segundo ele, se confundem. “O cirurgião plástico só difere do artista plástico no que concerne à matéria sobre a qual irão trabalhar”, comenta o autor em um trecho.

Wolfenson começa o livro expondo as relações entre as evoluções da cirurgia plástica e os movimentos artísticos da história ocidental, do Egito Antigo até a arte conceitual. Ele mostra como correntes artísticas e seus ambientes de criação influeciaram, ou não, no trabalho dos cirurgiões. O cubismo, segundo o autor, teria influenciado em pesquisas sobre deformações genéticas. Na Idade Média, enquanto artistas eram perseguidos, a cirurgia plástica foi totalmente proibida.

Há capítulos nos quais o autor discorre sobre as diferenças e relações entre os objetivos dos artistas e dos cientistas. “Nós, cirurgiões, somos frustrados até certo ponto, pois somos escravos dos cânones estéticos”, compara. Ele reconhece que há características que nunca se confundirão: “A arte até que poderia ser feia, esquisita e contestatória, mas o rosto do homem deveria estar cada vez mais perto da perfeição”, escreve, ao comentar as vanguardas do início do século XX.

Em alguns casos, Wolfenson não expõe relações entre as duas áreas, mas as une com exemplos indiretamente relacionados. No trecho em que procura analogias entre a cirurgia plástica e o Expressionismo, por exemplo, ele escreve: “Ao contrário do objetivo da cirurgia reparadora e estética, que nesse período estava em crescente desenvolvimento, Van Gogh jamais quis corrigir sua orelha amputada.” Ele classifica o trecho como uma brincadeira e confessa que o livro não tem pretensões científicas.

Editado pela Revan, o livro foge da diagramação convencional, traz trechos em destaque e é repleto de fotos, ilustrações e reproduções de obras de arte. Para Moisés, qualidade gráfica é o mínimo que um livro de arte merece ter. Praticamente todas as páginas são ilustradas, num projeto gráfico da Ideograma Studio de Design. O prefácio é assinado por Ivo Pitanguy, a apresentação é de Perseu de Castro Lemos, a orelha traz comentário de Aymar Sperli e a contracapa apresenta comentários de Francisco Brennand e Jarbas Vasconcelos. (Júlio Cavani)